Porque hoje é sábado, comemoramos a sexta-feira, pois foi o dia em que Scarlett Johansson completou 29 anos

Porque hoje é sábado, comemoramos a sexta-feira, pois foi o dia em que Scarlett Johansson completou 29 anos

Em atendimento a Igor Natusch.

Sim, ontem, em 22 de novembro, a deusa e co-padroeira do PHES completou 29 anos.

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A cada ano, Scarlett Johansson recebe um desses galardões idiotas

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de A Mulher Mais Sexy do Mundo.

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Ela é indiscutivelmente linda, tem uma suspensão agradável e é pneumática (*).

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Porém, minha experiência manda dizer algumas coisas:

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1. há mulheres mais e menos femininas

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(há as patrolas abrutalhadas, os poemas naturais e todas as gradações intermediárias)

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2. todas as citadas acima podem tornar-se extremamente sexies,

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dependendo da companhia e do interesse delas, entendem?

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Então, quando falam em ser sexy, acho melhor falar em potencial.

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Já imaginaram as potencialidades matemáticas de uma Scarlett interessada?

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Bram Stoker vive!

Publicado em 9 de dezembro de 2012 no Sul21

Por Nikelen Witter
Especial para o Sul21

Não, ele não morreu. Acima, Christopher Lee como Drácula.

O título dramático pode parecer exagerado. Afinal, Bram Stoker jamais foi conhecido como um autor genial. Nem em sua época, nem passados 100 anos de sua morte. Sua criação, porém, assentou seu pé na imortalidade. Drácula, a obra-prima de Stoker, ganhou vida própria (com o perdão da ironia) e superou em muito seu criador. Se levarmos em conta, especialmente, a primeira metade do século XX, perceberemos, inclusive, que o autor praticamente sumiu das referências feitas a seu personagem mais famoso. Resgatado no título de uma adaptação de sua obra num filme dos anos 90, assinado pelo oscarizado Francis Ford Coppola, Stoker assumiu notoriedade como um dos principais autores no estilo do romance gótico vitoriano. Read More

Os Quatro Encontros, de Henry James

(Sem spoilers).

Os Quatro Encontros (Clube do Livro, 1986, 144 páginas) reúne três novelas de Henry James escritas na prosa e com a sutileza extraordinariamente bem trabalhadas do autor anglo-estadunidense. As três histórias têm como elo situações e desenlaces desconcertantes.

A primeira novela, Os Quatro Encontros narra, como diz o título, quatro encontros bastante espaçados no tempo entre um homem e uma mulher e como uma nesga de assunto avança entre eles. Só que aquela nesga de conhecimento em comum de certa forma os define. Depois é a vez de O Discípulo, história da relação entre um aluno, seu tutor e a família decadente que mal e mal o paga. É arrebatadora a forma com que James descreve o ambiente de fim de festa daqueles aristocratas. O volume é finalizado com a melhor história, O Mentiroso, onde o personagem principal é um militar que simplesmente não consegue parar de inventar histórias. Um dia, ele, espécie de Dorian Gray, pousa para um retrato, no qual o artista faz de tudo para deixar clara sua personalidade. E consegue. O final da história é sensacional. O curioso é que O Mentiroso (The Liar) foi publicado em 1888 e O Retrato de Dorian Gray em 1890… Wilde não copia James de modo algum, mas alguma inspiração veio dali, tenho certeza.

A tradução é bem mais ou menos.literatura